domingo, 17 de maio de 2009

Barulho ou arte?

O mundo contemporâneo está cheio de barulho: trânsito, música, sirenes, balbúrdias diversas. Vivemos aos gritos. São tantos os barulhos da cidade que eles se sobrepõem, se anulam, perdem importância. O homem de hoje titubeiam suas percepções sonoras. Na música, porém, compositores reagem a isso, incorporando ruídos urbanos ou voltando-se para o mínimo. Um exemplo disso é o grupo Legião Urbana, que acopla a sua música “Fábrica”, sons característicos, ao que acontece em fábricas.
Os ruídos estão entupindo nossos ouvidos. A confusão sonora da vida moderna nasce ( e renasce) na ré dos ônibus, na segunda marcha da moto, na cavalgada da Britadeira, nos celulares com o poder sonoro de rádio, no aviso do micro-ondas, na fala histérica da TV, nas conversas em voz alta – em qualquer lugar e em todas as horas. Muitos ao tentar fugir do ruído urbano, fecham os ouvidos com o barulhinho do MP3. Mas ainda é pouco.
Sendo assim para de ver a novela, e vai ler um livro... Pelo menos assim você tem algo de útil para discutir com seus amigos.

Escolhas..

Estava eu, pensando hoje sobre o futuro, afinal o que o futuro nos reserva? Comecei a me imaginar em filmes desde o clássico “Fantasma da Ópera” (The phanton of the Opera), passando pelo já popular entre os jovens American Pie. Então me diga como seria?
Talvez viva um amor, me case, ou simplesmente aproveite da vida sem grandes preocupações, quem sabe viva um amor impossível ou algo tão liberal que perca a graça.
Jamais fique na janela, apenas vendo a vida passar, quantas vezes você já ouviu isso em sua vida? Mas você já parou para pensar que pode ser verdade? Jamais se esqueça de sua professora mais chata, ela formará parte de seu caráter.
Quem me dera ao menos uma vez, poder entender... Apenas as minhas escolhas.

Pandemia em tempo real

Certo dia estava eu lendo certas reportagens antigas, e me chamou a atenção uma manchete que anunciava: “O naufrágio da Capital”, pensando que era algum assunto sobre a crise deixei meio de lado afinal, não agüento mais toda a polêmica por causa da crise, mas enfim lendo apenas um trecho e percebendo de que não se tratava com o problema econômico, resolvi lê-la.
“Entre abril de 1941, com 22 dias de chuva, o Guaíba transbordou e ajudou a provocar uma enchente”. A água subiu quase cinco metros, desabrigou cerca de 70 mil pessoas, invadiu 600 empresas [...]. “O livro “Enchente de 41”, de Rafael Guimarães, ajuda a entender uma das maiores tragédias de Porto Alegre”.
Em tempos de racionamento e falta de chuva, é ridículo querer falar sobre a falta de água, não é mesmo? Pois se você acha isso, nós discordamos em uma coisa, pois mesmo assim, ainda existem pessoas sem o mínimo de racionalismo. Todos os dias acordamos, vamos para nossa escola, nosso trabalho, seguimos nossas vidas na mesma rotina, só que você não pensa em toda água que você gasta, apesar de que uma pessoa não gasta muito, porém existem pessoas que ainda pensam como o sistema capitalista, apenas ganhe seu dinheiro que você tem direito, se você está pagando, você tem toda a razão de gastar.
O que você faz para mudar o mundo? Pode começar apenas tomando um banho de menos de 5 minutos, ou sem lavar sua calçada todos os dias, coisa que chega a ser revoltante, ora pessoa esta lavando a calçada, ora está lavando o carro, e então eu lhe peço... E a água?
Na minha época de estudante de Ensino Fundamental, nunca ouvi que o sul do nosso país, pudesse ter as estações do ano tão mal organizadas, que atire a primeira pedra quem nunca ouviu que no sertão do Brasil, sempre foi muito quente e havia poucas chuvas, já no sul era sempre as estações bem demarcadas como, por exemplo, o verão muito quente e o inverno muito frio, típico frio gaúcho. Já hoje estamos ouvindo de enchentes no nordeste e seca no sul, lá as estações do ano estão se demarcando como era aqui antes, e então eu pergunto, o que esta acontecendo?
Achamos a resposta em uma certa aula quando estávamos discutindo justamente sobre isso, hoje o sul do Brasil está cheia de hidrelétricas, que destruíram todo um ecossistema apenas para que o lucro, novamente votamos a ele o velho CAPITALISMO.